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Movidas Raras
CinemaCinema
Sala 3

A BoCA - Bienal de Artes Contemporâneas habita a travessia entre territórios artísticos, entre espaços de cultura e de natureza, acolhe os públicos como constituintes de seres polissémicos que não precisam de se identificar – aquilo que interessa é a geração de vida, a troca de experiências e conhecimentos que se processa no coletivo. O que importa é a relação de empatia radical que a BoCA, agente de um ecossistema artístico ancorado nas travessias, deseja acolher.


Esta edição da BoCA, intitulada Prove You Are Human, mantém viva a sua missão no apoio a novas linguagens, privilegiando os espaços ‘entre’ – por exemplo, entre o performativo e o visual –, novas comissões a artistas portugueses e estrangeiros, no diálogo trans (por isso, transgénero em todas as suas significações) implementando projetos que propõem uma nova consciência e modelos entre práticas artísticas e sustentabilidade, indispensáveis na nova Era civilizacional que experimentamos. 

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Direção artística e guião: Rodrigo García

 

O iconoclasta, dramaturgo e encenador argentino Rodrigo García está de volta com uma criação audiovisual, escrita e produzida à distância, durante o período de confinamento. Nada de teatro, mas uma tela verde (chroma key), que dá asas à sua imaginação transbordante e aos seus cinco excepcionais intérpretes, enfeitada com acessórios coloridos e improváveis. Angélica Liddell, Denis Lavant, Florencia Vecino, François Chaignaud e Volmir Cordeiro entregam-se de corpo e alma a este experimento desenvolvido a partir da casa de cada um dos intérpretes, que nunca ensaiaram juntos no mesmo espaço, e se gravaram a si próprios com smartphones e iPads.


A partir de Paris, Madrid, Buenos Aires, Lisboa e das Astúrias, a equipa de “Movidas Raras” embarcou junto de Rodrigo García num experimento ousado e incrível. Vários personagens para histórias entrecruzadas, para além de um narrador protagonizado por Denis Lavant, que nos esclarece as relações entre cada. Uma das personagens, interpretada por Volmir Cordeiro, quer absolutamente fazer o remake do filme “Barry Lyndon” (1977) de Stanley Kubrick, outra fabrica ténis muito caros para “idiotas” e passa o tempo a desfazer ténis existentes para montá-los e comercializá-los com novas composições. Há também uma Anabatista protagonizada por Angélica Liddell, e outras personagens surpreendentes.

 

Não é teatro, não é bem um filme, não é uma vídeo-instalação... é um experimento audiovisual que reflete a necessidade de construção de novas narrativas e de mecanismos que permitam a construção do coletivo.



Informações Úteis

Duração: 130 min

M/16

 

Entrada livre, sem lugares marcados: o público será acompanhado pela equipa de frente de sala do Cinema São Jorge e será sentado mediante a lotação da sala, por ordem de chegada.

 

Atingindo a lotação de 500 espectadores no interior do cinema, o Cinema São Jorge será responsável pelo controlo de Certificados de Vacinação ou Teste PCR negativo à entrada

Horários

28 Set

Ter: 20:00

29 Set

Qua: 20:00