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Queer Lisboa 2025

Alexina B. Vides en Composició

Herculine Barbin, também conhecida como Alexina B., e depois como Abel Barbin, foi uma pessoa intersexo nascida em França em 1838. As suas memórias serviram de base à ópera homónima de Raquel García-Tomás, que levou ao Gran Teatro del Liceu, em Barcelona, o arrojo da sua composição aliado a uma equipa de mulheres apostadas em tratar uma história ainda incómoda com luminosa dignidade. O filme percorre diferentes etapas do processo criativo e vai em busca dos lugares onde Alexina B. terá vivido, mas não fica por aí: procura auscultar o que é a vivência da pessoa intersexo na atualidade, e ponderar que lugar deva ocupar no seio do ativismo LGBTQIA+. O filme acompanha reflexões e conversas necessárias entre Raquel García-Tomás, a encenadora Marta Pazos e a libretista Irène Gayraud, e conta com a participação dos ativistas catalães Camino Baró e Jordi Suárez. Se é certo que Alexina B. terminou o itinerário da sua identidade em perfeita solidão, a ópera Alexina B. cumpriu um ambicioso desígnio artístico e de cidadania. A intimidade desta criação, a invenção das suas propostas, e a sensibilidade que une a obra ao seu mais desejoso público, são delicadamente apresentadas por Alexis Borrás num documentário memorável. (Constança Carvalho Homem)

Sessões

  • | Sala Manoel de Oliveira
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Ficha técnica

  • Realização Alexis Borràs
  • Origem Espanha/França

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