Honey Bunch
Diana é levada pelo marido até uma remota clínica, onde será submetida a tratamentos experimentais destinados à superação do trauma. Acabada de despertar de um coma, não consegue recordar as razões específicas que a conduziram àquele lugar. Com o avançar dos tratamentos, surgem estranhos efeitos secundários. Asseguram-lhe que está a melhorar rapidamente, mas ela cada vez menos é capaz de se reconhecer. O pânico começa a instalar-se quando Diana nota bizarras alterações no comportamento do marido. Facto e ficção, verdade e artifício — são estes os poderosos ingredientes que compõem esta sombria reflexão sobre a força e a vulnerabilidade da memória. Após “Violation” (MOTELX’21), a dupla canadiana Madeleine Sims-Fewer e Dusty Mancinelli compõe um belíssimo tributo à estética e ao espírito do terror dos anos 70, enquanto nos faz suspirar por tudo aquilo que o tempo permite, mas não cristaliza.
Sessões
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| Sala 3
Ficha técnica
- Realização e Argumento Madeleine Sims-Fewer/Dusty Mancinelli
- Origem Canadá