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Queer Lisboa 2025

Morte e Vida Madalena

Madalena é uma produtora de cinema, grávida de oito meses, e prestes a rodar um filme de ficção científica de baixo orçamento, escrito pelo seu pai, recentemente falecido. Quando Davi, o realizador do filme e seu ex-marido, desaparece misteriosamente do set, Madalena precisa de fazer tudo o que puder para terminar o filme antes do nascimento do bebé. Sob esta premissa, Guto Parente assina a sua homenagem ao cinema precário e artesanal, feito entre amigos, longe das fórmulas da indústria; um tipo de cinema com um encanto especial, mas difícil de levar avante. Regado com esse humor tipicamente brasileiro que é arma de sobrevivência (para ultrapassar os problemas, nada melhor que rir deles), o dispositivo escolhido é o da comédia, com uma fabulosa interpretação de Noá Bonoba, de energia corporal e tempo cómico admiráveis, e com um Tavinho Teixeira debochado, qual Klaus Kinski. O filme é também a celebração de uma comunidade artística nas margens da sociedade, da sua resiliência e compromisso. Ao fazer arte juntes, convertem um set desastroso num aliciante parque de diversões, celebram a amizade de forma inclusiva, deixam a igualdade triunfar sobre a violência, e vivem intensamente uma queerness sempre presente, mas nunca explicitamente assinalada. Morte e Vida Madalena é liberdade estética e moral, um filme onde o amor pelo cinema e o amor pela comunidade são a mesma coisa. (Cristian Rodríguez)

 

Nota: Esta sessão conta com a presença de Guto Parente

Sessões

  • | Sala Manoel de Oliveira
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Ficha técnica

  • Realização Guto Parente
  • Origem Brasil/Portugal

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