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Queer Lisboa 2025

Vivre, mourir, renaître

Celebrizado muito jovem, em França, pela sua interpretação em Les roseaux sauvages (1994), de André Techiné, quase em paralelo Gaël Morel começa a realizar, sendo a temática queer uma presença constante no seu trabalho, desde a ficção – como em Le clan, de 2004 –, até ao documentário de cariz mais ativista, como em Famille tu me hais, de 2020, um tocante retrato de uma juventude LGBTQI+ largada à sua sorte pela família. Estreado este ano em Cannes, Morel regressa à ficção com Vivre, mourir, renaître, um mergulho num delicado e complexo tema ligado ao VIH/sida. O que acontece quando te preparas para a morte e aprendes que afinal tens uma vida – até talvez longa –, pela frente? É na Paris dos anos 90, que o tri-casal composto por Emma, Sammy e Cyril, seropositivos, vivem os anos mais complicados da epidemia e depois a chegada da triterapia que lhes abre a esperança da vida. Entre a sobrevivência de uns e a morte dos que não chegaram a esse ano charneira de 1996, Morel constrói uma narrativa de forte pendor metafísico, sobre o que passa a ser a vida depois de um anúncio de morte. (João Ferreira)

Sessões

  • | Sala Manoel de Oliveira
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Ficha técnica

  • Realização Gaël Morel
  • Origem França

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